(Tomado de Terra.com.br, 4 de marzo de 2008) O Ministério da Saúde anunciou hoje que os homossexuais,
transexuais e travestis poderão utilizar os nomes que adotaram para
serem identificados socialmente e receberem atendimento nos hospitais
públicos brasileiros. Esse direito, assim como outros contra a
discriminação, foi incluído em uma normativa aprovada em fevereiro e
que entrou em vigor este mês.
Até agora, os hospitais públicos se negavam a atender homens que se
identificassem com nomes femininos, ou vice-versa, quando estes
procuravam atendimento.
A nova política de saúde para homossexuais, bissexuais e travestis
foi incluída na Carta dos Direitos dos Usuários do Sistema Único de
Saúde (SUS).
O Ministério da Saúde também se comprometeu a divulgar entre os
funcionários dos hospitais públicos informações sobre a necessidade de
respeitar a opção sexual dos usuários.
"A saúde desta população é bem mais complexa. São freqüentes os
problemas como a violência, a o consumo de drogas, o alcoolismo, a
depressão, a discriminação e outras situações de saúde decorrentes da
exclusão social", disse Ana Maria Costa, responsável por coordenar a
nova política do Ministério da Saúde.
EFE
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